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Setembro 22, 2016

Entrevista: Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical

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Há poucos meses a Adavium Medical anunciou a nova marca de sua divisão de diagnósticos: a Vyttra Diagnósticos, resultado da unificação das empresas Imunotech, Hemogram e Alka. Com isso, a Vyttra Diagnósticos é agora a maior empresa brasileira em reagentes e equipamentos para o mercado de diagnóstico in vitro.

E para saber um pouco mais sobre o processo de unificação e os planos futuros da empresa, o portal LabNetwork entrevistou Claudia Goulart, presidente da Vyttra Diagnósticos e COO da Adavium Medical. Com grande experiência no mercado de medicina diagnóstica, a executiva é economista formada pela Universidade Federal de Minas Gerais e tem uma passagem importante na General Electric, onde ocupou a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Acompanhe:

LabNetwork – Como foi sua entrada para o setor da Saúde?
Claudia Goulart – Eu ingressei nesse segmento em 2003 quando comecei a trabalhar na área de radiologia da GE e onde fiquei até 2011, época em que ocupava a posição de presidente e CEO da operação Healthcare para a América Latina. Foi quando decidi sair da empresa e partir para um período sabático. Mas a Pixeon me trouxe de volta pouco tempo depois, para uma atividade mais “amena”. Pelo menos era o que eu imaginava (rindo): a de conselheira. Isso porque três anos depois eu já participava de oito conselhos. Aí a coisa já não era tão amena assim, afinal empreender no Brasil não é tarefa fácil. E uma das empresas em que eu estava no conselho era a antiga Advance Medical – hoje Adavium Medical. Isso remonta a 2013, quando foi feita a primeira aquisição do grupo, a Imunotech. Eu havia sido convidada para atuar como conselheira independente por Fred Aslan, fundador e CEO da Adavium Medical.

LabNetwork – Foi depois disso que você assumiu a posição de COO da Adavium Medical?
Claudia Goulart – Sim, o Fred continuou avaliando empresas para formar uma plataforma de consolidação e naturalmente a minha participação neste processo foi crescendo. Em 2014 ele começou a dividir comigo as companhias que estavam sendo analisadas para possíveis aquisições. O que culminou em três transações, uma da área de equipamentos médicos, a Industra, hoje Vydence [empresa que faz parte da holding Adavium Medical], adquirida em 2015, a Alka, incorporada em dezembro de 2015, e a Hemogram, em fevereiro deste ano [ambas que culminaram na criação da Vyttra Diagnósticos]. O processo de diligência foi longo, por causa das questões contábeis, mas foi bom porque todos pudemos nos conhecer melhor. Foi exatamente na véspera do fechamento da transação da Hemogram que eu passei a ocupar a posição de presidente da Vyttra Diagnósticos. A Vyttra Diagnósticos é, então, resultado da unificação da Imunotech, Hemogram e Alka. Uma divisão da Adavium Medical.

LabNetwork – Quais foram os desafios durante o processo de unificação?
Claudia Goulart – Nós trabalhamos muito no entendimento entre as lideranças das empresas e as pessoas que iriam conduzir esse processo para que ele fosse feito de forma eficiente, cuidadosa e pouco intrusiva. Nesse tipo de projeto você precisa atrair as pessoas para trabalharem juntas e não impor a elas uma situação. Apesar de ainda existirem vários CNPJs, as equipes já funcionam como uma só. E o nosso desafio foi exatamente este: como são vários CNPJs e nós somos uma única empresa, nós temos que acessar bases de informação que estão separadas. Nós já tínhamos antecipado essa situação, que estava no nosso planejamento. Mas até novembro devemos ter a integração dessas bases concluída. Fecharemos o ano com uma condição unificada do ponto de vista de informação. Nós trabalhamos com três prioridades: gente, sistemas e processos. Sabendo qual sistema vamos usar e com que equipe vamos trabalhar, podemos unificar processos. Neste momento estamos bem avançados na integração dos processos. A exemplo, já concluímos a integração da estrutura comercial e de assistência técnica, finanças, RH e marketing.

LabNetwork – Passada essa primeira fase, quando a Vyttra Diagnósticos deverá estar completamente consolidada?
Claudia Goulart – Nós já estamos adiantados no processo de consolidação considerando que anunciamos a união das empresas no dia 6 de abril. Nossos parceiros e fornecedores são em sua maioria empresas globais, com processos de diligência e compliance tão rigorosos quanto os nossos. Por isto queremos evoluir rapidamente e de forma sólida, preservando os pilares de compliance da Vyttra Diagnósticos. Nosso objetivo é estarmos com a casa arrumada em janeiro de 2017. Até lá, continuaremos com o trabalho interno de integração e redesenho de processos e trabalhando na concretização de novas parcerias, o que vai acontecer em paralelo. Janeiro de 2017 vai ser o mês que pretendemos ter esta nova plataforma de gestão consolidada. Há uma segunda etapa de planejamento para o ano que vem, que é a implantação de novos módulos de sistema, entre eles os módulos de automação da fábrica de Bragança. Porém, do ponto de vista de interação com o cliente, já estaremos estruturados, mais consolidados e com bastante novidade.

LabNetwork – Como está composto o portfólio da Vyttra Diagnósticos atualmente?
Claudia Goulart – Hoje nós temos uma carteira de mais de 2.500 clientes em todo o país e nosso portfólio é composto por mais de 3 mil produtos de fabricação própria e dos melhores fornecedores, em especialidades como hematologia, coagulação, VHS, imuno-hematologia, bioquímica, imunologia, autoimunidade, microbiologia, biologia molecular e uroanálise. Na fábrica que fica em Bragança Paulista, SP, está a produção de reagentes hematológicos. Nós estamos estudando agora a fabricação local de reagentes de outras linhas. Também está na nossa mira a medicina biomolecular com os testes de PCR, que hoje são precisos e fornecem o diagnóstico rapidamente. Outro aspecto que está em nosso radar é a questão da modularidade de plataforma. Nós entendemos que modularidade traz flexibilidade aos laboratórios, mesmo nos processos semiautomáticos. A modularidade diminui o custo da obsolescência e evita a ociosidade precoce dos equipamentos, agregando valor porque permite flexibilidade e aumento de capacidade na medida que o cliente cresce.

LabNetwork – Como você enxerga os novos modelos de negócio de medicina laboratorial hoje em dia?
Claudia Goulart – Um novo modelo de negócio na área de saúde que eu considero disruptivo é o Dr. Consulta. Ele vai exigir mudanças na forma de tratar o que fazemos em in vitro. Vai demandar de nós capacidade de nos adaptarmos ao novo modelo de atendimento de pacientes, com novos fluxos de atendimento. Esse sistema de consulta rápida vem conquistando seu espaço no mercado e possui demandas específicas. Também vejo o crescimento do uso de máquinas que processem um número pequeno de exames e com amostras muito pequenas, ou seja, os testes rápidos e em Point of Care. As amostras estão diminuindo e os aparelhos também.

LabNetwork – Os produtos de seu portfólio virão com a marca Vyttra Diagnósticos?
Claudia Goulart – Alguns produtos vão continuar com a marca Hemogram por enquanto, mas temos um plano no longo prazo de oferecer um maior portfólio de produtos com a marca Vyttra Diagnósticos. Esse portfólio ainda está sendo avaliado porque ele não pode ser conflitante com o portfólio dos nossos parceiros, ou seja, ele deve complementar as linhas distribuídas. Isso porque nós temos parcerias com grandes indústrias no Brasil com exclusividade e iremos sempre cumprir esses compromissos.

 

Confira trecho da entrevista em que a executiva explica como foi sua entrada na empresa.

 

Fonte: Labnetwork

22/09/2016

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Intolerância ou alergia?

As alergias e intolerâncias alimentares (IA) são uma problemática crescente e têm um impacto negativo na economia familiar, interações sociais, absentismo laboral e escolar, bem como na qualidade de vida dos indivíduos, por isso, têm ganhado importância na comunidade científica médica, onde estima-se que cerca de 15% a 20% da população mundial seja afetada por alguma intolerância alimentar.

As IA são reações mediadas pela produção de anticorpos IgG, diferente das alergias que são mediadas pelos anticorpos IgE.

Os sintomas são muito variáveis, podendo apresentar: dor e distensão abdominal, diarreia, obstipação, cefaleias, urticária, fadiga, dores musculares, dificuldades de concentração, ansiedade ou depressão, entre outros. Cerca de 50% a 84% dos pacientes diagnosticados com distúrbios gastrointestinais funcionais associam o aparecimento dos sintomas com IA.

Para o tratamento de pacientes com intolerância alimentar é necessário a retirada do alimento de sua dieta e acompanhamento. Por isso, a detecção do alimento que causa a intolerância permite um tratamento rápido e melhora na qualidade de vida do paciente.

O teste de intolerância alimentar identifica alimentos que levam à produção de anticorpos IgG, que poderão estar na origem de diversas doenças, como, transtornos gastrointestinais (síndrome do cólon irritável), alterações dermatológicas (eczema), sobrepeso, enxaqueca e artrite. Vale ressaltar que os resultados devem ser sempre correlacionados com a condição clínica do paciente.

E para o diagnóstico de intolerâncias alimentares a Vyttra Diagnósticos tem disponível o kit Food Intolerance 90G ELISA, com apresentação de 3 testes, fornecidos pelo fabricante americano Biomerica que detecta a presença de anticorpos IgG contra mais de 90 alimentos das diversas famílias:

Frutos do mar:
Molusco, bacalhau, merluza, lagosta, salmão, sardinha, camarão, linguado sole, lula, truta e atum.

Leite e ovos:
Leite de vaca, ovo, clara, gema e iogurte.

Queijos:
Queijo americano, queijo cottage e queijo curado.

Carnes:
Carne de frango, carne de cordeiro, carne suína, carne de coelho e carne de peru.

Legumes, verduras e hortaliças:
Alcachofra, aspargo, brócolis, repolho, cenoura, couve-flor, aipo, acelga, pepino, berinjela, ervilha verde, alface, alface-americana, feijão-de-lima, cebola, feijão-pinto (feijão carioca), batata, espinafre, abóbora, vagem, batata-doce e tomate.

Ervas e especiarias:
Canela, alho, pimenta-verde, manjerona, salsa e pimenta.

Frutos secos:
Amêndoa, noz-de-cola, amendoim, noz-preta e noz.

Cereais e sementes:
Grãos integrais, cevada, cana-de-açúcar, grão-de-bico, café, milho, lentilha, semente de mostarda, aveia, arroz, centeio, soja, semente de girassol, trigo, fermento (pão) e levedura (cerveja).

Frutas:
Maçã, abacate, banana, melão, uva branca, uva concord, toranja, limão, laranja, pêssego, pera, abacaxi, ameixa e morango.

Outros:
Manteiga, chocolate, mel, cogumelo, oliva, chá e chá-preto.

15/01/2018

Vyttra Diagnósticos apresenta novas soluções para diagnóstico in vitro no congresso SBPC/ML

 

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos destaca soluções para o mercado durante o 51º Congresso Brasileiro de Patologia Clínica/Medicinal Laboratorial (CBPC/ML), que acontece de 26 a 29 de setembro, no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo. O estande da Vyttra é o nº 31.

 

A empresa destaca o lançamento da linha Maglumi™, um sistema de Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA) composto por cinco modelos com capacidade de processamento de 120 a 280 testes/hora, que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes. Em constante evolução, o menu de testes é amplo e conta com mais de 100 parâmetros nas áreas anemia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia entre outras. Além disso, possui parâmetros exclusivos, dentre eles 17OH Progesterona, T3 Reverso e Testosterona Livre.

Na hematologia, a novidade é o Mythic® 22 OT, menor equipamento do mercado com diferencial em cinco partes e análise em sistema de tubo aberto. O produto utiliza apenas três reagentes e destaca-se por seu baixo consumo (30% a 50% inferior aos demais do segmento, reduzindo o volume de resíduos). Outra característica do sistema é a aspiração de pequenos volumes de amostras, controles e calibradores, sendo capaz de processar até 60 hemogramas por hora.

A Vyttra também traz para o mercado o analisador de eletrólitos i-Smart 30 Pro, baseado em cartuchos que usam 60 µl de amostra de sangue para medir automaticamente íons como Na +, K +, Cl- e hematócrito. O cartucho all-in-one contém todos os consumíveis, incluindo eletrodos, soluções e reagentes. Além disso, o i-Smart 30 Pro tem design enxuto e baterias internas recarregáveis, possibilitando sua locomoção para onde quer que seja necessário fazer o teste de Point of care, como triagem em sala de diagnóstico de emergência, unidade de terapia intensiva e em hospitais.

Para o segmento veterinário, o lançamento é a linha Vyvera, um exclusivo pack dedicado com as quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante. Esse reagente é destinado ao uso no analisador hematológico Hemacounter Vet, que processa até 60 testes/hora, com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário.

 

01/09/2017

Vyttra Diagnósticos lança pack de reagentes hematológicos dedicado para rotinas veterinárias

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos apresenta a linha Vyvera, com exclusivo pack para uso veterinário dedicado ao analisador hematológico Hemacounter Vet.

A nova linha traz o pack de reagentes para hematologia veterinária Vyvera, que proporciona praticidade através de quatro soluções necessárias para a realização do hemograma: 1 diluente, 1 lisante, 1 detergente e 1 desproteinizante para a realização de manutenções. “Além de lançarmos um único conjunto com todos os reagentes necessários, diferentemente do que encontramos atualmente no mercado, as apresentações são adequadas para rotinas veterinárias e os produtos permanecem 100% estáveis durante todo o seu uso. O pack Vyvera, ao seu final, deve ser substituído na íntegra por um novo, explica Juliane Castoldi, gerente de produtos da Vyttra Diagnósticos.

A Vyttra já possuiu em seu portfólio o equipamento Hemacounter Vet, destinado exclusivamente a hemogramas veterinários, processando até 60 testes/hora com sete configurações pré-determinadas de animais: cães, gatos, coelhos, porcos, cavalos, cabras e macacos, e mais quatro que podem ser definidas pelo usuário. O equipamento realiza diferencial em três partes de WBC, apresentando 20 parâmetros e três histogramas, além de possuir software em português e baixo consumo de reagentes e amostras.

 

29/08/2017

Vyttra traz ao Brasil novo sistema de quimioluminescência

 

Linha Maglumi conta com soluções que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes.

Líder brasileira na produção e comercialização de reagentes e equipamentos para o mercado de diagnósticos in vitro, a Vyttra Diagnósticos traz ao Brasil a linha Maglumi™, um sistema de Imunoensaio por Quimioluminescência (CLIA). A família de equipamentos é composta por cinco modelos com capacidade de processamento de 120 a 280 testes/hora, que atendem laboratórios e hospitais de todos os portes.

Em constante evolução, o menu de testes é amplo e conta com mais de 100 parâmetros nas áreas de anemia, cardiologia, endocrinologia, ginecologia, entre outras. Além disso, possui parâmetros exclusivos, dentre eles 17OH Progesterona, T3 Reverso e Testosterona Livre.

Todos os reagentes possuem controle de qualidade e calibradores inclusos que ajudam a diminuir os custos por teste e sua qualidade é assegurada por avaliação de controles de qualidade externo reconhecidos.

Os equipamentos Maglumi™ utilizam a tecnologia de quimioluminescência por microesferas magnéticas. Esta tecnologia diminui o tempo da reação pela ampliação da ligação antígeno-anticorpo, aumenta a sensibilidade por meio de uma captura mais rápida e também reduz de forma significativa as discrepâncias inter ou intra-ensaio pela completa homogeneização dos reagentes em uma plataforma de separação líquida.

O sistema Maglumi™ foi desenvolvido pela empresa Snibe, que possui ISO 13485 e marcação CE para equipamentos e reagentes. Com 20 anos de foco em quimioluminescência, a Snibe já possui mais de sete mil equipamentos instalados e distribuídos em 125 países.

21/08/2017